Assim como os deputados da Comissão de Defesa Civil da Assembléia Legislativa do Rio (Alerj), que visitaram as usinas nucleares de Angra no último dia 13, o vereador Dr Ilson Peixoto aprovou o sistema de prevenção aos acidentes do complexo nuclear e mostrou preocupação com as condições da Rodovia Rio-Santos.
Presidente da comissão da Alerj, o deputado Altineu Cortes (PR) declarou ter gostado da apresentação dos representantes da Eletronuclear, mas lamentou o estado da rodovia.
- A visita foi um aprendizado. Agora, o que a gente quer é ter do lado de fora a segurança que vimos do lado de dentro, o que vai depender de reuniões com o Governo do Estado, com o Corpo de Bombeiros e ver as medidas que serão tomadas -, declarou.
Segundo ele, um relatório com as necessidades mais emergenciais, como por exemplo, a duplicação da Rio-Santos, será apresentado numa reunião conjunta com a Comissão de Minas e Energia.
Os parlamentares visitaram as obras da usina de Angra 3 e conheceram o sistema de Angra 2, onde puderam ver o centro de comando, a sala de crise, as turbinas de geração de energia e os equipamentos e sistemas de emergência que começaram a operar em 2001. A planta mais antiga, a de Angra 1, teve início em 1971 e entrou em operação 14 anos depois. Já Angra 2, comprada na Alemanha em 1979, juntamente com os equipamentos de Angra 3, começou a ser construída em 1981. Dois anos depois seu projeto foi paralisado, sendo retomado em 1996.
Atualmente as duas usinas respondem por cerca de 30% do consumo de energia no Estado do Rio. Segundo estimativa da Eletronuclear, a construção de Angra 3, a qual apoiam o vereador Dr. Ilson Peixoto e a deputada estadual Inês Pandeló, deverá dobrar esta produção.
Fonte: www.alerj.rj.gov.br

Um comentário:
a usina nuclear nunca trouxe nenhum beneficio só ônus pra gente simples mortais de angra, vejamos:
desde sua imposição ate hoje, quantos jovens da comunidade se formaram tecnicos pra serem absorvidos pela Usina?
Qual o hospital de referencia foi criado?
Onde estão armazenados os rejeitos?
Qual plano de emergencia funciona com estas estradas?
Quem paga as contas das casas usadas nestas vilas?
Quantos concursados existem e quantos apadrinhados existem?
Enganam a população com um emprego bem temporario com a obra civil, e depois importam os tecnicos, isto sim deveria ser discutido ebem antes de nos colocarem mais uma goela baixo
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