quinta-feira, 14 de abril de 2011

Dr Ilson aprova sistema de prevenção de acidentes das usinas


Assim como os deputados da Comissão de Defesa Civil da Assembléia Legislativa do Rio (Alerj), que visitaram as usinas nucleares de Angra no último dia 13, o vereador Dr Ilson Peixoto aprovou o sistema de prevenção aos acidentes do  complexo nuclear e mostrou  preocupação com as condições da Rodovia Rio-Santos.
Presidente da comissão da Alerj, o deputado Altineu Cortes (PR) declarou ter gostado da apresentação dos representantes da Eletronuclear, mas lamentou o estado da rodovia.
- A visita foi um aprendizado. Agora, o que a gente quer é ter do lado de fora a segurança que vimos do lado de dentro, o que vai depender de reuniões com o Governo do Estado, com o Corpo de Bombeiros e ver as medidas que serão tomadas -, declarou.
Segundo ele, um relatório com as necessidades mais emergenciais, como por exemplo, a duplicação da Rio-Santos, será apresentado numa reunião conjunta com a Comissão de Minas e Energia.
Os parlamentares visitaram as obras da usina de Angra 3 e conheceram o sistema de Angra 2, onde puderam ver o centro de comando, a sala de crise, as turbinas de geração de energia e os equipamentos e sistemas de emergência que começaram a operar em 2001. A planta mais antiga, a de Angra 1, teve início em 1971 e entrou em operação 14 anos depois. Já Angra 2, comprada na Alemanha em 1979, juntamente com os equipamentos de Angra 3, começou a ser construída em 1981. Dois anos depois seu projeto foi paralisado, sendo retomado em 1996.
Atualmente as duas usinas respondem por cerca de 30% do consumo de energia no Estado do Rio. Segundo estimativa da Eletronuclear, a construção de Angra 3, a qual apoiam o vereador Dr. Ilson Peixoto e a deputada estadual Inês Pandeló, deverá dobrar esta produção. 

Um comentário:

adriano souza da gloria disse...

a usina nuclear nunca trouxe nenhum beneficio só ônus pra gente simples mortais de angra, vejamos:
desde sua imposição ate hoje, quantos jovens da comunidade se formaram tecnicos pra serem absorvidos pela Usina?
Qual o hospital de referencia foi criado?
Onde estão armazenados os rejeitos?
Qual plano de emergencia funciona com estas estradas?
Quem paga as contas das casas usadas nestas vilas?
Quantos concursados existem e quantos apadrinhados existem?
Enganam a população com um emprego bem temporario com a obra civil, e depois importam os tecnicos, isto sim deveria ser discutido ebem antes de nos colocarem mais uma goela baixo